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Com Rafael Santos

Homem Ă© condenado a mais de 13 anos de prisĂŁo por violĂȘncia domĂ©stica, roubo e ameaça em Modelo

Acusado agrediu a companheira apĂłs o fim do relacionamento, roubou pertences da vĂ­tima e fez ameaças de morte, segundo denĂșncia do MinistĂ©rio PĂșblico

14 de Julho de 2026 16:01

Um homem foi condenado a 13 anos, nove meses e 18 dias de prisão, além de três meses de detenção, por crimes de violência doméstica, roubo e ameaça contra a companheira, em Modelo.

A condenação foi resultado de uma ação apresentada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), por meio da Promotoria de Justiça da Comarca de Modelo. Segundo a denúncia, os crimes aconteceram em março deste ano, depois que a vítima informou que queria terminar o relacionamento.

Conforme o MPSC, o homem não aceitou o fim da relação e passou a agredir a companheira. Durante o ataque, ele teria segurado a vítima pelo pescoço, puxado seus cabelos e jogado ela no chão. As agressões causaram ferimentos em diferentes partes do corpo.

Ainda de acordo com a denúncia, após a violência, o acusado teria levado o celular da vítima, uma carteira com documentos pessoais e cerca de R$ 500 em dinheiro.

Depois de deixar o local, o homem também teria enviado mensagens de áudio com ameaças de morte contra a vítima e pessoas próximas, afirmando que iria mandar matar todos caso fosse denunciado.

Durante o processo, o Ministério Público informou que foram apresentadas provas documentais, perícias e depoimentos de testemunhas. A vítima relatou as agressões, o roubo dos objetos e as ameaças. Policiais militares que atenderam a ocorrência também prestaram depoimento e confirmaram informações do caso.

Com a decisão da Justiça, o homem foi condenado pelos crimes de lesão corporal contra mulher em contexto de violência doméstica, roubo e ameaça, todos dentro das regras da Lei Maria da Penha, legislação criada para proteger mulheres vítimas de violência.

Além da pena de prisão, o condenado também deverá pagar R$ 4 mil por danos morais à vítima.

Segundo o MPSC, o homem teve negado o direito de recorrer em liberdade. Ele permanece preso preventivamente desde a época dos crimes.

Fonte: Nova FM - MPSC - @alankucmanski

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